quinta-feira, 11 de abril de 2013

CONSULTA PÚBLICA No - 7, DE 10 DE ABRIL DE 2013 - Diário Oficial da União

 "Normas para Habilitação
de Serviços de Atenção Especializada e Centros de Referência em
Doenças Raras no Sistema Único de Saúde" e "Diretrizes para Aten-
ção Integral às Pessoas com Doenças Raras no âmbito do Sistema
Único de Saúde - SUS".






segunda-feira, 1 de abril de 2013

Classificação do AEH - Fleury Medicina e Saúde


Publicado em: 22/03/2013 
Por: 
Fleury Medicina e Saúde


Edição: 2013 - Edição Nº 1 

Parece reação alérgica a drogas ou alimentos, mas pode ser angioedema hereditário 

Diante de episódios recorrentes e paroxísticos de edema localizado, convém pensar nessa possibilidade, cuja confirmação depende apenas de dois testes.
Embora tenha sido descrito por Milton, em 1876, ainda hoje o angioedema hereditário é pouco conhecido na comunidade médica, a ponto de ser confundido com outras condições, como complicação de reação adversa a drogas ou alergia alimentar. Isso porque costuma cursar com episódios de edema subcutâneo ou submucoso e não pruriginoso, a cada 1-2 semanas, que acometem sobretudo face, braços, pernas, mãos, pés, genitália e também abdome, no qual pode gerar dores intensas. O quadro geralmente não é acompanhado por urticária e dura mais que 12 horas.
Essas crises são provocadas pela liberação de mediadores vasoativos, como a bradicinina, que aumenta a permeabilidade vascular, levando, assim, ao edema. De origem autossômica dominante, a doença é causada por uma mutação no gene do inibidor da C1 esterase (C1-INH) e tem desencadeantes variados, desde trauma e estresse, passando por infecções, uso de contraceptivos orais e inibidores da enzima conversora de angiotensina, até fatores desconhecidos.
Diante dessa hipótese, a investigação compreende a mensuração do C4, que se encontra geralmente abaixo do normal, e a determinação quantitativa e funcional do C1-INH. Se tais dosagens estiverem normais e a suspeita clínica permanecer, os exames devem ser repetidos durante uma crise de edema.
Convém adicionar que esses testes têm igualmente utilidade na classificação do angioedema. O tratamento exige a administração do inibidor de C1 esterase, que, contudo, não está disponível em nosso meio. No Brasil, usa-se o plasma fresco congelado, apesar de este poder produzir mais bradicinina, assim como o icatibanto, um antagonista do receptor da bradicinina.
A profilaxia das crises está indicada de acordo com sua frequência a gravidade, com a localização do edema e com a facilidade de acesso a serviços de emergência.
Adaptado de: Diretrizes do diagnóstico e tratamento do angioedema hereditário 2010
Assessoria Médica 
Dr. Luis Eduardo Coelho Andrade:
luis.andrade@grupofleury.com.br

sexta-feira, 8 de março de 2013

Pacientes de AEH

Temos atendido e acompanhado pacientes em crise que não se anteciparam a ela. Apesar de toda orientação, é sempre na emergência que o paciente e/ou familiar procura ajuda e, nesse momento, é bem mais difícil o atendimento e o esforço é muito maior.
A crise não tem hora e nem dia pra chegar; nos surpreende nos fins de semana, nas madrugadas, nos horários em que tudo fica mais complicado.
Por favor, mantenham seus emails atualizados; busquem informações além das que estão sendo enviadas; não suspendam a medicação por conta própria; busquem todas as possibilidades de medicamentos, mesmo que para isso tenham que preencher, cansativamente, vários formulários e que haja demora no atendimento; busquem a justiça; cobrem do seu médico e, sobretudo, tenham amor à sua vida!






domingo, 17 de fevereiro de 2013

Palestra da abranghe em Londrina - PR

Palestra da abranghe dia 27/02/2013 na Câmara Municipal de Londrina - Rua Gov. Parigot de Souza, 145
Semana de Doenças Raras

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Genética do Angioedema Hereditário


- Autossômico dominante
- Ocorre igualmente em ambos os sexos
- São relatadas 238 mutações no gene
- Não há correlação entre tipo de mutação e frequência das crises

Fonte: Agostoni A. J Allergy Clin Immunol. 2004; 114:551-5131
           Drouet C. J Allergy Clin Immunol. 2007; 119:5277