domingo, 19 de maio de 2013

Dia Mundial de Conscientização do AEH - Publicação no blog http://protetoresdapele.org.br/


Hoje é o Dia Mundial de Conscientização do Angioedema Hereditário

Acontece hoje, dia 16 de maio, o Dia Mundial de Conscientização sobre o Angioedema Hereditário. Trata-se de uma doença grave e rara com um defeito genético no cromossomo 11 que faz com que a pessoa afetada não produza bem uma proteína chamada de “inibidor de C1“, causando um aumento da bradicinina. O paciente tem uma baixa da imunidade, além de edemas e inchaços na pele e área de mucosas. A doença é rara afetando cerca de 1 pessoa em cada 5 mil; estima-se que no Brasil há 18 mil casos e a taxa de mortalidade chega a ser de 30%.
Algumas vezes, os inchaços acontecem dentro do abdome e levam o paciente a ser internado com suspeita de apendicite ou de obstrução intestinal. Isto causa cirurgias desnecessárias e pode ocasionar muitos problemas.
COMO RECONHECER A DOENÇA?  
O quadro é de edema da pele e mucosa (boca, olhos, genitália), mas sem a coceira e vermelhidão que caracterizam a urticária e as alergias da pele. O Serviço de Imunologia Clínica da UFRJ, com a coordenação a Profa. Solange do Valle, reuniu hoje cerca de 50 portadores da doença de todo o Brasil para discutir as necessidades e problemas comuns aos portadores. Esses sintomas aparecem a toda hora e acontecem vários casos em pessoas da mesma família. Os inchaços se tornam piores na adolescência e no adulto e podem durar até 5 dias.
QUER MAIS INFORMAÇÕES?
Acesse o site da ABRANGHE (Associação Brasileira de Portadores de Angioedema Hereditário) –www.abranghe.org.br – ou pelo telefone (11) 2503-2542 para obter uma lista de todos os hospitais de referência no Brasil.

http://protetoresdapele.org.br/hoje-e-o-dia-mundial-de-conscientizacao-do-angioedema-hereditario/

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Conscientização Internacional de Angioedema Hereditário - 17 de maio de 2013 em São Paulo


Angioedema é uma doença de difícil diagnóstico
www.camara.sp.gov.br


A Associação Brasileira de Angioedema Hereditário trouxe à Câmara Municipal um seminário nesta sexta-feira, fornecendo informações sobre a doença para pacientes e a comunidade médica. “Estamos aceitando qualquer divulgação, pois ela já é identificada há quase duzentos anos, só que como pacientes não conseguiam diagnóstico preciso e rápido se esconderam até agora”, anunciou Liz Rezende Togni, vice-presidente da associação.

Os principais sintomas do angioedema são a aparição de inchaços subcutâneos, nos chamados momentos de crise. “Nessas horas a pessoa fica travada, mas a população precisa saber que o paciente é produtivo como qualquer outra pessoa no resto do tempo”, disse Liz. Os inchaços podem ocorrer nos membros, na região abdominal, provocando dores e vômitos, porém o mais grave é o edema de glote, fechamento da garganta que pode levar à morte.

Segundo os portadores da doença, muitas vezes os médicos tem dificuldade em identificá-la. A presidente da Associação Brasileira de Angioedema Hereditário, Raquel de Oliveira Martins, contou sua história. “Tomava injeções antigripais e tinha inchaço depois. Foi preciso muito tempo para descobrirem que era a picada da agulha que me provocava o edema”, lembrou.

Raquel disse que, em contato com outros pacientes, viu que, em diversos casos, pessoas passam por extração de vesícula e de apêndice quando na verdade o problema é o angioedema. Ou ainda, no caso de mulheres grávidas, o médico diagnostica erroneamente uma gravidez tubária.

A Associação Brasileira de Angioedema Hereditário, contou Raquel, surgiu de um “grupinho que se comunicada através do Orkut”. Hoje, eles participam de encontros internacionais sobre a doença. Após idas à Argentina e Dinamarca, a presidente da associação contou que fora do país, os problemas são semelhantes. “Em todo lugar, a medicação ainda é de difícil acesso, é cara e, quando tem, os pacientes não tomam corretamente”, afirmou, colocando a luta pelos medicamentos como a principal bandeira do grupo.

(17/05/2013 - 12h45)

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Convite para o evento de conscientização internacional do AEH
Câmara Mnicipal de São Paulo no dia 17 de maio de 2013








quinta-feira, 2 de maio de 2013

7º Encontro de Pacientes do Rio de Janeiro 16/05/2013 - Dia Internacional de AEH

Conscientização e informação sobre AEH






 
Criado em 16 Maio 2013
Escrito por Priscila Viana
Evento do Angioedema Hereditário
O Angioedema Hereditário (AEH) é uma doença genética cujos portadores apresentam episódios recorrentes e espontâneos de inchaço em várias partes do corpo, como pés, mãos, face, língua, laringe, genitais, mucosas do trato intestinais e outros órgãos internos. O AEH é desencadeado por traumas físicos (pequenos machucados, batidas locais, picadas de inseto, movimentos repetitivos, atritos com roupas e acessórios, exercícios que estressam a musculatura) ou emocionais (situações de medo, ansiedade, angústia e tristeza).
O Serviço de Imunologia Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ) possui 90 pacientes em tratamento no ambulatório que funciona toda terça-feira, pela manhã, no 1º andar da unidade.
Em 16/05 comemora-se o Dia de Conscientização do Angioedema Hereditário, por isso o Serviço promoveu um encontro com seus pacientes e entidades que colaboram com a divulgação de informações sobre a doença. A Abranghe (Associação Brasileira de Portadores de Angioedema Hereditário) reúne portadores de AEH para, entre outras coisas, orientar e informar sobre a doença. Já a AFAG (Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Doenças Graves) defende juridicamente os direitos dos portadores, informando sobre processos e encaminhamentos neste segmento.
AEH ainda não tem cura, mas é possível tratar os sintomas e fazer o controle com medicamentos. Essas drogas são importadas e não possuem registro no Brasil. Por ser uma doença rara, os médicos têm dificuldade de fechar o diagnóstico, enquanto isso, o portador em crise, pode ir a óbito.








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Universidade Federal do Rio de Janeiro
Centro de Ciências da Saúde
Faculdade de Medicina
Hospital Universitário Clementino Fraga Filho

Serviço de Imunologia





      REUNIÃO DE ANGIOEDEMA HEREDITÁRIO (AEH)


Data: 16/05/2013      
Horário: 08:30 h
Local: Auditório Alice Rosa (12º andar)


PROGRAMAÇÃO:

08:30 h – Apresentação do representante do grupo de pacientes com AEH do  HUCFF/UFRJ   -  Ulisses Carramaschi


08:45 h – Angioedema Hereditário (AEH)   -  Drª Solange O. R. Valle


09:00hs  - Papel da Associação Brasileira dos Portadores de AEH (Abranghe)  -  Raquel Martins


09:15 h – Papel da Associação dos Familiares e Amigos de Portadores de Doenças Raras (AFAG)  - Dra Maria Cecília de Oliveira


09:30 h – Discussão


10:30 h – Coffe-break

 Apoio: ASBAI-RJ                                                Apoio: SHIRE                  

  

Drª  Solange Oliveira Rodrigues Valle
CHEFE DO SERVIÇO DE IMUNOLOGIA

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Doenças Raras: Contribuições para uma política Nacional

Angioedema Hereditário entre as 18 doenças abrangidas pela Política Nacional 2009 e entre as 14 que tem tratamento farmacológico comercializado no Brasil.

Interfarma reúne governo, especialistas e associações em evento sobre Doenças Raras.
Cerca de 200 pessoas participaram do seminário "Doenças Raras: a situação brasileira no contexto global e a necessidade de implantação de uma política nacional"

1 - Introdução
2 - Doenças Raras, doenças negligenciadas e medicamentos órfãos
3 - O cenário no Brasil
4 - Barreiras à assistência no Brasil
5 - Experiências internacionais
6 - Propostas para uma Política Nacional de Doenças Raras no SUS

Acesse   http://www.interfarma.org.br/site2/cadernos/Doencas_Raras.pdf

"Com uma tiragem de duas mil impressões, a publicação será distribuída, nacionalmente, às autoridades do setor, médicos, pacientes, imprensa e demais interessados no tema".

Fonte: Interfarma - Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa

















Doença rara entra no radar das múltis

Segunda-feira, 15 de abril de 2013


Doença rara entra no radar das múltis
Relegados a segundo plano em um passado recente, os laboratórios especializados em doenças raras começam a atrair a atenção das grandes farmacêuticas globais. Parte das tradicionais multinacionais começou a focar em pesquisas para esses tipos de tratamento e outras estão cobiçando ativos voltados para esse negócio para enriquecer seu portfólio.

Fonte: Valor Econômico
Jornalista: Mônica Scaramuzzo  





quinta-feira, 11 de abril de 2013

CONSULTA PÚBLICA No - 7, DE 10 DE ABRIL DE 2013 - Diário Oficial da União

 "Normas para Habilitação
de Serviços de Atenção Especializada e Centros de Referência em
Doenças Raras no Sistema Único de Saúde" e "Diretrizes para Aten-
ção Integral às Pessoas com Doenças Raras no âmbito do Sistema
Único de Saúde - SUS".






segunda-feira, 1 de abril de 2013

Classificação do AEH - Fleury Medicina e Saúde


Publicado em: 22/03/2013 
Por: 
Fleury Medicina e Saúde


Edição: 2013 - Edição Nº 1 

Parece reação alérgica a drogas ou alimentos, mas pode ser angioedema hereditário 

Diante de episódios recorrentes e paroxísticos de edema localizado, convém pensar nessa possibilidade, cuja confirmação depende apenas de dois testes.
Embora tenha sido descrito por Milton, em 1876, ainda hoje o angioedema hereditário é pouco conhecido na comunidade médica, a ponto de ser confundido com outras condições, como complicação de reação adversa a drogas ou alergia alimentar. Isso porque costuma cursar com episódios de edema subcutâneo ou submucoso e não pruriginoso, a cada 1-2 semanas, que acometem sobretudo face, braços, pernas, mãos, pés, genitália e também abdome, no qual pode gerar dores intensas. O quadro geralmente não é acompanhado por urticária e dura mais que 12 horas.
Essas crises são provocadas pela liberação de mediadores vasoativos, como a bradicinina, que aumenta a permeabilidade vascular, levando, assim, ao edema. De origem autossômica dominante, a doença é causada por uma mutação no gene do inibidor da C1 esterase (C1-INH) e tem desencadeantes variados, desde trauma e estresse, passando por infecções, uso de contraceptivos orais e inibidores da enzima conversora de angiotensina, até fatores desconhecidos.
Diante dessa hipótese, a investigação compreende a mensuração do C4, que se encontra geralmente abaixo do normal, e a determinação quantitativa e funcional do C1-INH. Se tais dosagens estiverem normais e a suspeita clínica permanecer, os exames devem ser repetidos durante uma crise de edema.
Convém adicionar que esses testes têm igualmente utilidade na classificação do angioedema. O tratamento exige a administração do inibidor de C1 esterase, que, contudo, não está disponível em nosso meio. No Brasil, usa-se o plasma fresco congelado, apesar de este poder produzir mais bradicinina, assim como o icatibanto, um antagonista do receptor da bradicinina.
A profilaxia das crises está indicada de acordo com sua frequência a gravidade, com a localização do edema e com a facilidade de acesso a serviços de emergência.
Adaptado de: Diretrizes do diagnóstico e tratamento do angioedema hereditário 2010
Assessoria Médica 
Dr. Luis Eduardo Coelho Andrade:
luis.andrade@grupofleury.com.br